Na sequência segue o esquema entregue por cada grupo. Aproveitem para conferir e amadurecer novas ideias.
Grupo 1
Título: Língua do Aluno Dono da Língua
Grupo: Thaisa Costa, Guilherme Breno, Jaires Pires, Gabriel Salomão.
Introdução, Objetivos e Estratégia
Um dos problemas mais recorrentes no ensino de Língua Portuguesa é que os alunos não se sentem proprietários autônomos e livres da língua que falam. Desta forma, sentem que estão aprendendo algo externo à sua realidade.
Nossa proposta é uma atividade coletiva que leve os alunos à reflexão acerca da natureza social da língua e do fato de esta ser variável e variada, assim como arbitrária e culturalmente determinada.
Os alunos deverão criar uma língua. Deverão pensar em sua fonética, morfologia e sitaxe, assim como alfabeto e variantes sociais possíveis.
Público alvo: Final de Fundamental II ou Ensino Médio.
Grupo 2
Título: Celular o que fazer quando eles entram na sala de aula?
Grupo: Felipe Barreira, Camila Bueno, Camila Maria, Carla Keiko, Adalberto Alicio, Roberta Tavares.
Introdução: O uso do celular em sala de aula.
Objetivos: Uso consciente do celular na escola dos alunos e professores.
Estratégias:
entrevistas, questionários, debates a partir dos resultados, conscientizar o uso correto.
Público alvo: CEU - Jaguaré, 8º e 9º ano.
Grupo 3
Grupo: Maria Luiza, Maria Fernanda, Thiago Almeida, Carlos Fonseca, Camila Souza.
Proposta
Título:
Introdução: ensino de língua estrangeira na escola pública: o desinteresse dos alunos (Inglês e Espanhol).
Objetivo: despertar maior interesse e percepção da língua estrangeira no cotidiano do aluno.
Estratégias: promover uma dinamização das aulas com auxílio de materiais ilustrativos e mais práticos, que permita ao aluno aproximar o aprendizado ao cotidiano.
Público alvo: séries iniciais do ensino fundamental.
Grupo 4
Título: O peso do cânone na Literatura Brasileira
Grupo (individual) : Thaís Barboza
Introdução: Os alunos das séries finais do Ensino Médio passam a impressão de ter como parâmetro de Literatura e de qualidade literária os autores brasileiros canônicos definidos, nos dias de hoje, sobretudo pela lista de leituras obrigatória dos vestibulares. Qual o peso que o cânone tem sobre esses alunos? Qual o peso do nome do autor sobre sua obra?
Objetivos: Fazer os alunos refletirem sobre o texto literário independentemente do seu autor, fazê-los perceber que a qualidade do texto independe da forma do autor e/ou da sua valorização pelas listas dos vestibulares.
Estratégia: Trazer para uma sala de aula de 3º ano do Ensino Médio três ou quatro poemas de autores diversos, uns canônicos, outros não, de uma Escola Literária ainda a definir (discutir com o professor de Literatura qual seria o período mais interessante; provavelmente o Modernismo devido à proximidade temporal com o presente). Primeiramente, mostrar os poemas para os alunos sem que eles saibam os autores e, junto com o professor, fazer uma pequena análise estilística e de conteúdo de cada um deles. Em seguida, passar um questionário par que eles respondam de forma anônima e individual qual dos poemas eles elegeriam como o melhor representante do período literário em questão e por que, ainda qual deles eles mais gostaram e por que. Em seguida, revelar os autores e pedir que respondam no questionário se eles mudariam suas escolhas e por que. Em seguida, recolher os questionários e promover uma pequena discussão sobre o peso do nome do autor (peso do cânone).
Público alvo: série final do Ensino Médio (3º ano EM) em escolas particulares (devido a sua maior preocupação com os vestibulars).
Grupo 5
Título: Utilizando a reciclagem para diversão.
Grupo: André Mourão, Camilla Sylor, Felipe Freitas, Gdalva, Natacha Vazquez, Victor Cavalcante.
Introdução ao problema:
Introduzir aosalunos de até 12 anos conceitos e importâncias da reciclagem, e também o efeito que a falta dela causa ao meio ambiente.
Familiarizar e conscientizar as crianças que os "lixos" podem ser reutilizados, reciclados e algumas vezes transformados em brinquedos muito legais.
Objetivo:
Comentar sobre o conceito de reciclagem, mostrando como funciona, para que serve e o que aconteceria se não existisse, dando exemplos com fotos em que o lixo reciclado não o foi e da poluição que pode ser enviada.
Com isso aplicar os conceitos de reciclagem com uma oficina de reutilização do lixo. Assim as crianças se conscientizarão que jogar lixo no chão pode ter consequências que talvez eles não soubessem antes. E também levar para casa os conceitos aprendidos e tentar criar outra utilizações para o lixo, e quem sabe reeducar a família.
Público-alvo: alunos de escola pública de até 4ª série. E indiretamente a família.
Estratégia: Iniciar com uma apresentação do assunto com exemplos, fotos, se possível vídeos e depois desenvolver uma oficina em que os alunos irão fazer brinquedos utilizando materiais reciclados. Para isso serão disponíveis 4 tipos de brinquedos diferentes e os alunos escolherão qual deles eles querem, indo para o grupo que irá fazer este brinquedo.
Grupo 6
GRUPO:
LUCIMAR, MANUELA, MARIANA E MARINA.
TÍTULO: LINGUAGEM CARTOGRÁFICA E REPRESENTAÇÃO ESPACIAL
INTRODUÇÃO
Evidencia-se a ligação entre a
Geografia e Cartografia, tendo na Geografia o entendimento do espaço geográfico
e na Cartografia a representação da Forma (representação espacial) e, para que
haja uma boa representação do espaço, a linguagem cartográfica deve ser
trabalhada, pois é de grande importância na análise geográfica o conhecimento
das formas de representação espacial, ocasionando aos indivíduos a penetração
cada vez mais profunda na estruturação espacial ao nível de sua concepção e
representação.
Como um dos objetivos da geografia é o
de ensinar o entendimento da espacialidade, faz-se necessário que na
alfabetização cartográfica o indivíduo se aproprie de uma série de noções, habilidades,
conceitos, valores, conhecimento e informações, para o entendimento da
representação espacial e, neste sentido, entende-se o conceito de alfabetização
cartográfica como o conjunto de significantes e significados que possam
transmitir a realidade de um determinado lugar sob a forma de representação
espacial, objetivando a leitura e a interpretação dos mapas e demais produtos
cartográficos.
A Cartografia, através da
representação dos elementos espaciais, contribui para que os indivíduos
aprendam a analisar o cotidiano geográfico e histórico e a construir uma
consciência espacial dos fatos e fenômenos, das relações sociais, culturais,
políticas e econômicas, de conhecimentos socialmente produzidos, ajudando a
compreender as transformações e os problemas do mundo atual.
Assim, esta proposta de ação objetiva testar
os conhecimentos sobre os elementos constitutivos de um mapa, como o seu
título, escala, legenda, orientação, fonte, data; para saber se o público alvo,
alunos dos diversos cursos da Universidade de São Paulo, reconhecem a linguagem
cartográfica e a representação espacial.
Quanto à elaboração e compreensão do mapa pelos
alunos, Martinelli (2007) conclui que, quando os alunos conseguirem fazer a
leitura do mapa, eles conseguirão compreender a realidade.
ESTRATÉGIAS: Serão elaborados mapas temáticos e diversos elementos
constitutivos da linguagem cartográfica, uns relacionados ao mapa temático,
outros não. O público alvo, na montagem do mapa, deverá ser capaz de
identificar, diante dos elementos disponíveis, aqueles que são pertencentes ao
mapa temático proposto. Após a aplicação da atividade será realizada uma
avaliação e em contrapartida o aluno participante receberá um folheto com
explicações acerca do assunto.
MARTINELLI, Marcello. A
Sistematização da Cartografia Temática. In. ALMEIDA, Rosângela Doin de
(Org.). Cartografia Escolar, São Paulo: Contexto, 2007, pp.193-220.
PASSINI, Elza Yasuko. Alfabetização
Cartográfica. In: Passini EY, Passini R, Malysz ST. Prática
de Ensino de Geografia e Estágio Supervisionado. São Paulo: Contexto; 2007. p.
143-155.