Oi turma!
Por favor não se esqueçam que na próxima aula nos encontraremos no AUDITÓRIO DA FEUSP, dando continuidade à Unidade II - Sujeitos da Educação: Professores a partir da análise e discussão do filme "A onda" (de Dennis Gansel - 2008, baseado em um experimento real que ocorreu na Califórnia em 1967, transposto na narrativa para a Alemanha contemporânea)e do texto "Alunos do ensino médio e atratividade da carreira docente no Brasil" de TARTUCE, Gisela Lobo B. P.; NUNESO, Marina M. R. & ALMEIDA, Patrícia Cristina Albieri de. Lembrando ainda que a aula será ministrada pela Cleonara (CNPq/Brasília), e que não será necessária a realização de ficha de leitura para o texto indicado. Segue novamente o link do texto:
http://www.scielo.br/pdf/cp/v40n140/a0840140.pdf
Bons estudos e até quarta!
Mariana ((Monitora))
Bem-vindos ao blog da disciplina Introdução aos Estudos da Educação: enfoque histórico. Este será o canal de comunicação para disseminação de informes, textos e mensagens da turma de terça-feira. Caso queiram falar comigo diretamente, por favor, façam uso do email institucional: dvidal@usp.br. Um abraço, Diana
sábado, 24 de setembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Última Aula (21/09)
Olá Turma!
Na última aula iniciamos a Unidade II - Sujeitos da Educação: Professores a partir da leitura, discussão, e produção de novos trabalhos individuais e coletivos sobre o texto "Trabalho docente e modelos de formação: velhos e novos embates e representações", da Elba Siqueira de Sá Barreto. Para quem se interessar, seguem alguns links sobre assuntos que tangenciaram e complementaram as discussões dessa última aula:
Christine L. Williams: A autora trata sobre as profissões cujo contingente feminino de trabalhadores é maior que o masculino. Segue o link para o sexto capítulo de seu livro "Still a Man's World - Men Who Do 'Women's Work'" ((o arquivo está em inglês)):
http://www.ucss.ge/Week%201-3%20Part%2005.pdf
EAD/UAB: Alguns artigos interessantes sobre o tema:
"ProUni e UAB como estratégias de EAD na expansão do Ensino Superior" SEGENREICH, Stella Cecília Duarte
http://www.scielo.br/pdf/pp/v20n2/v20n2a13.pdf
"A expansão do ensino superior no Brasil e a EAD: Dinâmicas e Lugares" ALONSO, K. M.
http://www.scielo.br/pdf/es/v31n113/14.pdf
Marília P. de CARVALHO: "O fracasso escolar de meninos e meninas:
articulações entre gênero e cor/raça" - Artigo que propõe conhecer os processos através dos quais se produz, no ensino fundamental, o fracasso escolar mais acentuado entre crianças negras do sexo masculino, apontando possíveis superposições entre os significados de masculinidade, pertencimento à raça negra e problemas escolares de disciplina e de desempenho.
http://www.scielo.br/pdf/cpa/n22/n22a10.pdf
Boas Leituras e até a próxima postagem!
Mariana ((Monitora))
Na última aula iniciamos a Unidade II - Sujeitos da Educação: Professores a partir da leitura, discussão, e produção de novos trabalhos individuais e coletivos sobre o texto "Trabalho docente e modelos de formação: velhos e novos embates e representações", da Elba Siqueira de Sá Barreto. Para quem se interessar, seguem alguns links sobre assuntos que tangenciaram e complementaram as discussões dessa última aula:
Christine L. Williams: A autora trata sobre as profissões cujo contingente feminino de trabalhadores é maior que o masculino. Segue o link para o sexto capítulo de seu livro "Still a Man's World - Men Who Do 'Women's Work'" ((o arquivo está em inglês)):
http://www.ucss.ge/Week%201-3%20Part%2005.pdf
EAD/UAB: Alguns artigos interessantes sobre o tema:
"ProUni e UAB como estratégias de EAD na expansão do Ensino Superior" SEGENREICH, Stella Cecília Duarte
http://www.scielo.br/pdf/pp/v20n2/v20n2a13.pdf
"A expansão do ensino superior no Brasil e a EAD: Dinâmicas e Lugares" ALONSO, K. M.
http://www.scielo.br/pdf/es/v31n113/14.pdf
Marília P. de CARVALHO: "O fracasso escolar de meninos e meninas:
articulações entre gênero e cor/raça" - Artigo que propõe conhecer os processos através dos quais se produz, no ensino fundamental, o fracasso escolar mais acentuado entre crianças negras do sexo masculino, apontando possíveis superposições entre os significados de masculinidade, pertencimento à raça negra e problemas escolares de disciplina e de desempenho.
http://www.scielo.br/pdf/cpa/n22/n22a10.pdf
Boas Leituras e até a próxima postagem!
Mariana ((Monitora))
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Aula Passada (31/08)
Oi Gente!
Na última aula vocês concluíram a Unidade I - Organização da Instituição Escolar a partir da elaboração em grupo das primeiras Propostas de Ação. São elas:
1)“Desmistificação do ensino superior”
GRUPO:
Barbara Besenbruch
Jaqueline Oliveira
Rafael R. Setin
Samara R. Alves
INTRODUÇÃO:
Os alunos do ensino médio que estão prestes a se formar costumam ter problemas na escolha da carreira que irão seguir. Pensando nisso, idealizamos levar informações sobre os cursos de maior interesse para um determinado número de alunos.
OBJETIVOS:
Dar informações específicas de carreiras para auxiliar na escolha da profissão. Desmistificando o Ensino Superior mostrando a realidade por meio de relatos de alunos e professores.
ESTRATÉGIAS:
Incentivar os alunos a marcar em uma relação de profissões fornecidas 3 possíveis à serem seguidas.
Escolher as profissões mais listadas pelos alunos e pesquisar informações sobre elas, tais como: filmar a faculdade, entrevistar professores acerca do mercado de trabalho e entrevistar os alunos da faculdade sobre o curso determinado.
Levar o vídeo para a sala de aula e discutir com os alunos sobre a escolha das profissões.
PÚBLICO ALVO
Alunos do 2º ano do Ensino Médio
2) “Propostas educativas de museus”
GRUPO:
Bruna Gabrielli
Kauê Bistriche
Camila G. A. Da Costa
Dimitri Takamatsu Arantes
Danilo S. Nakashima
Carolina Ribeiro Minchin
INRODUÇÃO:
O problema que o grupo pretende abordar é até que ponto as propostas educativas de dois museus da Cidade Universitária atingem o público-alvo dessas instituições.
OBJETIVO:
Identificar as propostas de cada museu e verificar sus eficácia.
ESTRATÉGIA:
Entrevistas com o setor educativo dos museus e com os respectivos públicos alvo.
PÚBLICO ALVO:
Setor educativo dos museus.
3) “Vestibular: prestar ou não prestar, eis a questão!”
GRUPO:
Daniela S. Souza
Valéria C. Borges
INTRODUÇÃO:
Percebe-se uma grande diferença no interesse de alunos de Escolas Públicas em relação aos alunos de Escolas Particulares quanto ao ingresso no Ensino Superior.
OBJETIVO:
Despertar em alunos de Escolas Públicas o interesse em prestar vestibulares para o ingresso em Universidades renomadas.
ESTRATÉGIAS:
Levar até os alunos o conhecimento sobre algumas universidades tanto sobre aspectos de estrutura quanto em relação aos cursos oferecidos.
PÚBLICO ALVO:
Alunos de escolas públicas que estejam cursando a 2ª e a 3ª série em 2011.
4) “Propaganda e desejo de consumo”
GRUPO:
Pamela Martins
Luiz F. Q. Melques
Roseleine Vitor Bonini
Thais Bartigoto de Oliveira
Vinícius Gonçalves dos Santos
Gustavo Takeda Bueno Gonçalves
INTRODUÇÃO:
A partir do tema “consumismo” trabalharemos alguns conceitos como:
Função da mídia, a partir da propaganda (criação de demanda e de um desejo que não existia)
Discutir o “cientificamente comprovado” (mostrando que a ciência não pretende dar uma resposta absoluta sobre determinada questão)
Trabalhar com a linguagem da propaganda.
OBJETIVOS:
Temos como objetivo a discussão crítica das propagandas, fazendo uma análise delas junto com os alunos.
Pretendemos desenvolver o senso crítico nos alunos em relação às informações da mídia.
ESTRATÉGIAS:
Após realizarmos algumas discussões com a turma sobre os conceitos envolvidos em uma propaganda, vamos propor que eles realizem uma propaganda (em grupo de 3 ou mais alunos) sobre um produto que não indicaremos.
PÚBLICO ALVO:
Alunos do enino médio de uma escola pública na Praça da Árvore.
5) “O normal das diferenças”
GRUPO:
Maria Carolina Soares Tenucci
Eleonora Nunes Mioto
Yuri Martins de Oliveira
Aline Magna de Aguiar Vieira
Paulo César Ribeiro Filho
Esther Zanelli Miranda
INTRODUÇÃO:
A cultura ensino de crianças ouvintes e surdas são diferenciados. A partir do teatro do livro, veremos qual a percepção das crianças.
OBJETIVO:
As diferentes percepções do enredo do livro “É normal ser diferente”, trabalhando com crianças surdas e crianças ouvintes.
ESTRATÉGIAS:
Usar do teatro para apresentar o conteúdo do livro, trabalhando com diferentes abordagens para captar a atenção delas.
PÚBLICO ALVO:
Crianças surdas e ouvintes, do ensino fundamental I
*Serão feitos desenhos pelas crianças, antes e depois da apresentação do teatro, para que percebamos se houve mudança de perspectiva das crianças com a apresentação.
6) “A utilização da internet na escola”
GRUPO:
Renato Ribeiro dos Santos
Luiz Jose Palhares de Souza Freitas
José Sérgio Vianna Cunha
Jessica Campos Oliveira
Roberta de Moraes Luiz
Gustavo Maximiliano Carvalho e Silva
INTRODUÇÃO:
Identificar as condições de utilização da internet em escolas do ensino fundamental e médio (escolas as quais os integrantes do grupo, de certa forma, participam), através de estudos comparativos.
OBJETIVOS:
Identificar deficiências
Definir melhores formas de utilização
Troca de experiências e “feedback” para as escolas
ESTRATÉGIAS:
Levantamento das condições (espaço físico, Hardware etc)
Condições de acesso ao espaço (quem usa; como usa, se há monitor, professor de informática; se a comunidade tem acesso)
Análise comparativa soa diversos ambientes
PÚBLICO ALVO:
Alunos do Fundamental II e Ensino Médio, docentes, funcionários e comunidade.
______________
Desculpem qualquer erro com relação a ortografia dos nomes dos componentes de cada grupo. Não se esqueçam que na próxima aula iniciaremos a Unidade II: Sujeitos da Educação: Professores. Vocês devem trazer a ficha de leitura do texto de BARRETTO, Elba Siqueira de Sá, Trabalho docente e modelos de formação: velhos e novos embates e representações, que pode ser encontrado no link:
http://www.scielo.br/pdf/cp/v40n140/a0740140.pdf
Boa leitura, bons estudos, e até quarta!
Mariana ((Monitora))
Na última aula vocês concluíram a Unidade I - Organização da Instituição Escolar a partir da elaboração em grupo das primeiras Propostas de Ação. São elas:
1)“Desmistificação do ensino superior”
GRUPO:
Barbara Besenbruch
Jaqueline Oliveira
Rafael R. Setin
Samara R. Alves
INTRODUÇÃO:
Os alunos do ensino médio que estão prestes a se formar costumam ter problemas na escolha da carreira que irão seguir. Pensando nisso, idealizamos levar informações sobre os cursos de maior interesse para um determinado número de alunos.
OBJETIVOS:
Dar informações específicas de carreiras para auxiliar na escolha da profissão. Desmistificando o Ensino Superior mostrando a realidade por meio de relatos de alunos e professores.
ESTRATÉGIAS:
Incentivar os alunos a marcar em uma relação de profissões fornecidas 3 possíveis à serem seguidas.
Escolher as profissões mais listadas pelos alunos e pesquisar informações sobre elas, tais como: filmar a faculdade, entrevistar professores acerca do mercado de trabalho e entrevistar os alunos da faculdade sobre o curso determinado.
Levar o vídeo para a sala de aula e discutir com os alunos sobre a escolha das profissões.
PÚBLICO ALVO
Alunos do 2º ano do Ensino Médio
2) “Propostas educativas de museus”
GRUPO:
Bruna Gabrielli
Kauê Bistriche
Camila G. A. Da Costa
Dimitri Takamatsu Arantes
Danilo S. Nakashima
Carolina Ribeiro Minchin
INRODUÇÃO:
O problema que o grupo pretende abordar é até que ponto as propostas educativas de dois museus da Cidade Universitária atingem o público-alvo dessas instituições.
OBJETIVO:
Identificar as propostas de cada museu e verificar sus eficácia.
ESTRATÉGIA:
Entrevistas com o setor educativo dos museus e com os respectivos públicos alvo.
PÚBLICO ALVO:
Setor educativo dos museus.
3) “Vestibular: prestar ou não prestar, eis a questão!”
GRUPO:
Daniela S. Souza
Valéria C. Borges
INTRODUÇÃO:
Percebe-se uma grande diferença no interesse de alunos de Escolas Públicas em relação aos alunos de Escolas Particulares quanto ao ingresso no Ensino Superior.
OBJETIVO:
Despertar em alunos de Escolas Públicas o interesse em prestar vestibulares para o ingresso em Universidades renomadas.
ESTRATÉGIAS:
Levar até os alunos o conhecimento sobre algumas universidades tanto sobre aspectos de estrutura quanto em relação aos cursos oferecidos.
PÚBLICO ALVO:
Alunos de escolas públicas que estejam cursando a 2ª e a 3ª série em 2011.
4) “Propaganda e desejo de consumo”
GRUPO:
Pamela Martins
Luiz F. Q. Melques
Roseleine Vitor Bonini
Thais Bartigoto de Oliveira
Vinícius Gonçalves dos Santos
Gustavo Takeda Bueno Gonçalves
INTRODUÇÃO:
A partir do tema “consumismo” trabalharemos alguns conceitos como:
Função da mídia, a partir da propaganda (criação de demanda e de um desejo que não existia)
Discutir o “cientificamente comprovado” (mostrando que a ciência não pretende dar uma resposta absoluta sobre determinada questão)
Trabalhar com a linguagem da propaganda.
OBJETIVOS:
Temos como objetivo a discussão crítica das propagandas, fazendo uma análise delas junto com os alunos.
Pretendemos desenvolver o senso crítico nos alunos em relação às informações da mídia.
ESTRATÉGIAS:
Após realizarmos algumas discussões com a turma sobre os conceitos envolvidos em uma propaganda, vamos propor que eles realizem uma propaganda (em grupo de 3 ou mais alunos) sobre um produto que não indicaremos.
PÚBLICO ALVO:
Alunos do enino médio de uma escola pública na Praça da Árvore.
5) “O normal das diferenças”
GRUPO:
Maria Carolina Soares Tenucci
Eleonora Nunes Mioto
Yuri Martins de Oliveira
Aline Magna de Aguiar Vieira
Paulo César Ribeiro Filho
Esther Zanelli Miranda
INTRODUÇÃO:
A cultura ensino de crianças ouvintes e surdas são diferenciados. A partir do teatro do livro, veremos qual a percepção das crianças.
OBJETIVO:
As diferentes percepções do enredo do livro “É normal ser diferente”, trabalhando com crianças surdas e crianças ouvintes.
ESTRATÉGIAS:
Usar do teatro para apresentar o conteúdo do livro, trabalhando com diferentes abordagens para captar a atenção delas.
PÚBLICO ALVO:
Crianças surdas e ouvintes, do ensino fundamental I
*Serão feitos desenhos pelas crianças, antes e depois da apresentação do teatro, para que percebamos se houve mudança de perspectiva das crianças com a apresentação.
6) “A utilização da internet na escola”
GRUPO:
Renato Ribeiro dos Santos
Luiz Jose Palhares de Souza Freitas
José Sérgio Vianna Cunha
Jessica Campos Oliveira
Roberta de Moraes Luiz
Gustavo Maximiliano Carvalho e Silva
INTRODUÇÃO:
Identificar as condições de utilização da internet em escolas do ensino fundamental e médio (escolas as quais os integrantes do grupo, de certa forma, participam), através de estudos comparativos.
OBJETIVOS:
Identificar deficiências
Definir melhores formas de utilização
Troca de experiências e “feedback” para as escolas
ESTRATÉGIAS:
Levantamento das condições (espaço físico, Hardware etc)
Condições de acesso ao espaço (quem usa; como usa, se há monitor, professor de informática; se a comunidade tem acesso)
Análise comparativa soa diversos ambientes
PÚBLICO ALVO:
Alunos do Fundamental II e Ensino Médio, docentes, funcionários e comunidade.
______________
Desculpem qualquer erro com relação a ortografia dos nomes dos componentes de cada grupo. Não se esqueçam que na próxima aula iniciaremos a Unidade II: Sujeitos da Educação: Professores. Vocês devem trazer a ficha de leitura do texto de BARRETTO, Elba Siqueira de Sá, Trabalho docente e modelos de formação: velhos e novos embates e representações, que pode ser encontrado no link:
http://www.scielo.br/pdf/cp/v40n140/a0740140.pdf
Boa leitura, bons estudos, e até quarta!
Mariana ((Monitora))
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Mudanças no Programa do Curso - URGENTE
Olá turma!
Espero que tenham aproveitado (ou que ainda estejam aproveitando) as atividades do 1º Seminário Universidade e Escola Pública: desafios e perspectivas da educação pública no Estado de São Paulo .
Apenas um comunicado: Na aula do dia 21/09 (próxima aula) tínhamos incluído a palestra “Currículo escolar, desenvolvimento organizacional da escola de massas e construção do Estado (séculos XIX e XX)” em nosso programa de aula. Resolvemos, porém, VOLTAR À PROGRAMAÇÃO ORIGINAL. Portanto,na próxima quarta-feira nos encontraremos na sala de aula, iniciando assim a Unidade II do curso: Sujeitos da Educação: Professores. Como explicitado no programa anterior, a leitura indicada é o texto de BARRETTO, Elba Siqueira de Sá, Trabalho docente e modelos de formação: velhos e novos embates e representações. Vocês deverão fazer uma nova ficha de leitura e, em sala, realizar o 4º trabalho coletivo.
Bons estudos e até a próxima aula!
Mariana ((Monitora))
Espero que tenham aproveitado (ou que ainda estejam aproveitando) as atividades do 1º Seminário Universidade e Escola Pública: desafios e perspectivas da educação pública no Estado de São Paulo .
Apenas um comunicado: Na aula do dia 21/09 (próxima aula) tínhamos incluído a palestra “Currículo escolar, desenvolvimento organizacional da escola de massas e construção do Estado (séculos XIX e XX)” em nosso programa de aula. Resolvemos, porém, VOLTAR À PROGRAMAÇÃO ORIGINAL. Portanto,na próxima quarta-feira nos encontraremos na sala de aula, iniciando assim a Unidade II do curso: Sujeitos da Educação: Professores. Como explicitado no programa anterior, a leitura indicada é o texto de BARRETTO, Elba Siqueira de Sá, Trabalho docente e modelos de formação: velhos e novos embates e representações. Vocês deverão fazer uma nova ficha de leitura e, em sala, realizar o 4º trabalho coletivo.
Bons estudos e até a próxima aula!
Mariana ((Monitora))
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Amanhã
Olá Turma!
Apenas queria reiterar que amanhã acompanharemos as mesas do 1º Seminário Universidade e Escola Pública: desafios e perspectivas da educação pública no Estado de São Paulo, que ocorrerão durante o que seria nosso período de aula (14:00hs às 17:30hs). As mesas serão:
Mesa 3 – Eixo 1
Os Planos Nacional, Estadual e Municipais de
Educação e o pacto federativo
Coordenação: Carlota J. M. C. dos Reis Boto – FEUSP
Auditório da Escola de Aplicação
Mesa 1 – Eixo 2
Educação em Tempo Integral e Educação Integral
Coordenação: Diana Gonçalves Vidal – FEUSP
Auditório da FEUSP
Mesa 8 – Eixo 2
A segmentação da escola básica e a integração
necessária
Coordenação: Nelio Bizzo – FEUSP
Auditório do CEPEUSP
Para quem puder e achar interessante, no mesmo dia, das 9:00hs ao 12:30hs, no Auditório da Escola de Educação, será dada a abertura do seminário a partir da palestra sobre o PNE, que terá como palestrante o Ministro da Educação Fernando Haddad. Após as mesas do período da tarde, será exibido no auditório da FEUSP o filme "Vocacional: Uma experiência Humana" (17:30hs às 19:00hs). Em seguida, no Bloco A da FEUSP, serão tratados Relatos de Experiências: questões do cotidiano escolar (19:00hs às 21:30hs).
Bons estudos e até amanhã!
Mariana ((Monitora))
Apenas queria reiterar que amanhã acompanharemos as mesas do 1º Seminário Universidade e Escola Pública: desafios e perspectivas da educação pública no Estado de São Paulo, que ocorrerão durante o que seria nosso período de aula (14:00hs às 17:30hs). As mesas serão:
Mesa 3 – Eixo 1
Os Planos Nacional, Estadual e Municipais de
Educação e o pacto federativo
Coordenação: Carlota J. M. C. dos Reis Boto – FEUSP
Auditório da Escola de Aplicação
Mesa 1 – Eixo 2
Educação em Tempo Integral e Educação Integral
Coordenação: Diana Gonçalves Vidal – FEUSP
Auditório da FEUSP
Mesa 8 – Eixo 2
A segmentação da escola básica e a integração
necessária
Coordenação: Nelio Bizzo – FEUSP
Auditório do CEPEUSP
Para quem puder e achar interessante, no mesmo dia, das 9:00hs ao 12:30hs, no Auditório da Escola de Educação, será dada a abertura do seminário a partir da palestra sobre o PNE, que terá como palestrante o Ministro da Educação Fernando Haddad. Após as mesas do período da tarde, será exibido no auditório da FEUSP o filme "Vocacional: Uma experiência Humana" (17:30hs às 19:00hs). Em seguida, no Bloco A da FEUSP, serão tratados Relatos de Experiências: questões do cotidiano escolar (19:00hs às 21:30hs).
Bons estudos e até amanhã!
Mariana ((Monitora))
domingo, 4 de setembro de 2011
Carta sobre a iniciativa do Movimento Todos pela Educação
Oi Possoal!
Apenas um comunicado...
"Prezados/as, No último dia 17 de agosto algumas entidades se reuniram em Brasília,durante a realização do Seminário do Fórum Nacional de Educação, eaproveitaram a oportunidade para discutir, fora da pauta do evento, ainiciativa do Movimento Todos pela Educação de realizar um congressointernacional propondo uma nova agenda para a educação brasileira.Decidimos nos manifestar diante dessa iniciativa e reafirmarmos nossoentendimento de que o Brasil tem uma agenda para sua educação e que amesma vem sendo discutida e orientada em espaços democráticos dediscussão que envolvem diferentes setores da sociedade civil e suasrepresentações, movimentos e entidades.
Manifestamos nossa posição em uma carta aberta, que lhes enviamos emanexo, que deverá ser entregue aos coordenadores do evento no inícioda sua realização. Convidamos as demais entidades que compõem estalista de e-mails e que ainda não se pronunciaram a apoiar nossomovimento, manifestando-se com sua assinatura.
Saudações cordiais.
Dalila Andrade Oliveira
Presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa emEducação (ANPEd) Daniel Cara Coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação"
Carta aberta:
"Aos membros do Conselho de Governança do movimento “Todos pela Educação”
A/C Sr. Jorge Gerdau Johannpeter, presidente do conselho de Governança do movimento “Todos pela Educação”
Caros Sr.es,
Caras Sr.as,
Diante da realização do Congresso Internacional “Educação: uma Agenda Urgente”, empreendido pelo movimento “Todos pela Educação” (TPE), em parceria com instituições nacionais e internacionais, as entidades e movimentos signatários desta Carta expressam grave preocupação com os objetivos do evento.
Ao participarem das atividades preparatórias ao referido Congresso, algumas entidades e movimentos que elaboraram esta comunicação avaliaram que, no curso desses encontros precedentes, ocorridos entre junho e agosto deste ano, foi manifestada e reiterada por dirigentes do TPE a necessidade de construção de uma agenda para a educação brasileira, a ser afirmada em um novo pacto social por políticas públicas educacionais.
Conforme textos disponíveis no site do movimento “Todos pela Educação”, o supracitado Congresso Internacional pretende envolver os “líderes brasileiros das áreas educacional, acadêmica e de gestão” para realizar um “debate de questões” capazes de acelerar “os resultados, principalmente de aprendizagem, da Educação Básica no País”. Em algumas atividades preparatórias, ou em manifestações públicas de dirigentes do TPE, ainda ficou explicitado o anseio por influenciar o debate em torno do PL 8035/2010, que trata do novo Plano Nacional de Educação.
Toda iniciativa interessada em colocar a agenda educacional em evidência é louvável. Contudo, compreendemos que algumas referências precisam balizar os debates sobre o tema, pois afirmam determinações constitucionais e refletem processos engendrados nas ações para a construção da democracia brasileira.
Em oposição a qualquer tentativa de negação dos avanços já conquistados até aqui, as entidades signatárias desta Carta consideram que os desafios da educação brasileira estão fundamentalmente inscritos no Capítulo III da Constituição Federal de 1988, que, em sua Seção I, trata da Educação.
Ao considerar a Educação como o primeiro dos direitos sociais (Art. 6), a Carta Magna determina, no Art. 205, que ela deve visar ao “pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”, determinando a missão e o escopo da qualidade na educação.
No início de abril de 2011, em uma inédita e democrática interação crítica entre a sociedade civil e o Estado, foi concluído o processo de construção da “I Conae” (Conferência Nacional de Educação). Abrangente, o Documento Final do evento realizado em Brasília foi capaz de propor as medidas administrativas e legais necessárias para a plena consagração do direito à educação, em termos de acesso, permanência e qualidade, com a inequívoca preocupação constitucional de promoção da equidade e da justiça social.
A Conae mobilizou mais de 4 (quatro) milhões de brasileiros e brasileiras, e teve em sua comissão organizadora representantes do Estado (gestores públicos do Governo Federal, dos estados, Distrito Federal e dos Municípios, além de representantes do Congresso Nacional, magistrados e promotores), de trabalhadores em educação dos setores público e privado, estudantes, pais, conselheiros (nacionais, estaduais, distritais e municipais), movimentos sociais, pesquisadores e sociedades acadêmico-científicas, empresários da educação, representantes das confederações empresariais e do próprio movimento “Todos pela Educação”. Compreendemos que, por essa razão, a Conae constituiu-se em espaço legítimo para a determinação dos pactos educacionais, permitindo, por meio de seu Documento Final, indicar a agenda oficial da educação brasileira.
Distante de ser apenas um evento, a Conferência Nacional de Educação deliberou pela criação do Fórum Nacional de Educação (FNE) – espaço formalmente instituído por meio de portaria do Ministério da Educação –, que, além de ser o guardião das deliberações da Conae, será o responsável pela organização das próximas edições da conferência. Sendo um espaço de encontro entre a sociedade civil e o Estado – em suas diferentes esferas –, é o FNE o espaço mais legítimo para serem discutidos os meios de implementação da agenda educacional brasileira.
Estimulado pelo clima e baseado nas deliberações da Conae, um grupo de entidades do qual o “Todos pela Educação” também fez parte redigiu e entregou aos candidatos das eleições gerais de 2010 – inclusive a atual presidenta Dilma Rousseff – a “Carta-compromisso pela garantia do direito à educação de qualidade”.
Sintetizando o Documento Final da Conae, quatro grandes desafios foram determinados como prioridades no esforço para a consagração do direito à educação no Brasil, devendo ser assumidos como agenda fundamental para os então postulantes a cargos nos poderes executivo e legislativo dos níveis federal e estadual. São eles:
1. Ampliar o financiamento da educação pública, com destinação de 10% do PIB para a educação, maior participação da União na destinação de recursos para o setor e instituição do mecanismo do Custo Aluno-Qualidade Inicial (CAQi);
2. Valorizar os profissionais da educação, por meio da implementação imediata e irrestrita do piso salarial nacional profissional e de diretrizes efetivas de carreira;
3. Promover a gestão democrática do ensino, tornando os gestores da educação os gestores dos recursos da área, aprimorando os mecanismos de transparência e controle social, promovendo a participação nas escolas e instituindo os fóruns estaduais e municipais de educação, além do fortalecimento do FNE;
4. Aperfeiçoar as políticas de avaliação e regulação, abrangendo os setores público e privado e aperfeiçoando os sistemas de avaliação.
Como o Brasil ainda não foi bem-sucedido na implementação de políticas públicas capazes de fazer cumprir os ditames constitucionais e considerando que a Conae aponta os caminhos mais evidentes para superação dessa situação histórica, as entidades signatárias desta Carta solicitam que os debates do Congresso Internacional organizado pelo movimento “Todos pela Educação” tomem como referência o Documento Final da Conae, sintetizado pela referida Carta-compromisso, no sentido de que ele expressa a mais legítima e urgente agenda da educação brasileira, historicamente negligenciada.
As entidades e movimentos signatários desta Carta Aberta compreendem que é imprescindível perseguir os desafios já identificados nesses dois documentos, evitando a busca de atalhos e demonstrando a coragem de trilhar os caminhos mais promissores e justos, porém mais longos, em um exemplo equivalente à luta do povo brasileiro para vencer a inflação. Inclusive, por uma questão de eficiência, também consideram ser imprescindível o investimento em fóruns e espaços legítimos e já criados, impedindo a dispersão de energia e evitando a ineficaz sobreposição de iniciativas.
Diante do exposto até aqui, solicitamos também uma nova e formal manifestação do movimento “Todos pela Educação” em defesa dos pontos inscritos na supracitada Carta-compromisso, lançada há apenas um ano, em 31 de agosto de 2010, no auditório do Conselho Nacional de Educação. Diante da tramitação do PL 8035/2010, especialmente, pedimos o apoio às emendas que solicitam que o próximo PNE determine uma meta de 10% do PIB de investimento público direto em educação pública.
Caso aceite solidariamente os apontamentos desta Carta Aberta, a mobilização empresarial – que lidera o movimento “Todos pela Educação” – poderá ser uma importante aliada para o Brasil romper com o baixo investimento em políticas públicas educacionais. Será também decisiva para o país iniciar um novo ciclo social, no qual a educação pública será tratada como um direito de todos e todas, essencial para a consolidação de uma sociedade economicamente justa e politicamente democrática. Consequentemente, a educação pública universal e de qualidade, nos termos afirmados pelo Art. 205 da Constituição Federal de 1988, será um fator determinante para inserção competitiva do Brasil, sempre em solidariedade com a comunidade latino-americana, tal como assevera o parágrafo único do Art 4º da Carta Magna.
Certos da compreensão, aguardamos resposta.
Ação Educativa - Assessoria, Pesquisa e Informação
ActionAid BrasilAnfope (Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação)
Anped (Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação)
Campanha Nacional pelo Direito à EducaçãoCCLF (Centro de Cultura Luiz Freire)
Cedeca-CE (Centro de Defesa da Criança e do Adolescente do Ceará)
Cedes (Centro de Estudos Educação e Sociedade)
CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação)
CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação)
Contee (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino)
Forumdir (Fórum Nacional de Diretores de Faculdades, Centros de Educação ou Equivalentes das Universidades Públicas Brasileiras)
Gestrado (Grupo de Estudos sobre Política Educacional e Trabalho Docente)
Mieib (Movimento Interfóruns de Educação Infantil do Brasil)
MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra)
Rede Estrado (Rede Latino-americana de Estudos Sobre Trabalho Docente)
Ubes (União Nacional dos Estudantes Secundaristas)
Uncme (União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação)
UNE (União Nacional dos Estudantes)"
Até a próxima Postagem!
Mariana ((Monitora))
Apenas um comunicado...
"Prezados/as, No último dia 17 de agosto algumas entidades se reuniram em Brasília,durante a realização do Seminário do Fórum Nacional de Educação, eaproveitaram a oportunidade para discutir, fora da pauta do evento, ainiciativa do Movimento Todos pela Educação de realizar um congressointernacional propondo uma nova agenda para a educação brasileira.Decidimos nos manifestar diante dessa iniciativa e reafirmarmos nossoentendimento de que o Brasil tem uma agenda para sua educação e que amesma vem sendo discutida e orientada em espaços democráticos dediscussão que envolvem diferentes setores da sociedade civil e suasrepresentações, movimentos e entidades.
Manifestamos nossa posição em uma carta aberta, que lhes enviamos emanexo, que deverá ser entregue aos coordenadores do evento no inícioda sua realização. Convidamos as demais entidades que compõem estalista de e-mails e que ainda não se pronunciaram a apoiar nossomovimento, manifestando-se com sua assinatura.
Saudações cordiais.
Dalila Andrade Oliveira
Presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa emEducação (ANPEd) Daniel Cara Coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação"
Carta aberta:
"Aos membros do Conselho de Governança do movimento “Todos pela Educação”
A/C Sr. Jorge Gerdau Johannpeter, presidente do conselho de Governança do movimento “Todos pela Educação”
Caros Sr.es,
Caras Sr.as,
Diante da realização do Congresso Internacional “Educação: uma Agenda Urgente”, empreendido pelo movimento “Todos pela Educação” (TPE), em parceria com instituições nacionais e internacionais, as entidades e movimentos signatários desta Carta expressam grave preocupação com os objetivos do evento.
Ao participarem das atividades preparatórias ao referido Congresso, algumas entidades e movimentos que elaboraram esta comunicação avaliaram que, no curso desses encontros precedentes, ocorridos entre junho e agosto deste ano, foi manifestada e reiterada por dirigentes do TPE a necessidade de construção de uma agenda para a educação brasileira, a ser afirmada em um novo pacto social por políticas públicas educacionais.
Conforme textos disponíveis no site do movimento “Todos pela Educação”, o supracitado Congresso Internacional pretende envolver os “líderes brasileiros das áreas educacional, acadêmica e de gestão” para realizar um “debate de questões” capazes de acelerar “os resultados, principalmente de aprendizagem, da Educação Básica no País”. Em algumas atividades preparatórias, ou em manifestações públicas de dirigentes do TPE, ainda ficou explicitado o anseio por influenciar o debate em torno do PL 8035/2010, que trata do novo Plano Nacional de Educação.
Toda iniciativa interessada em colocar a agenda educacional em evidência é louvável. Contudo, compreendemos que algumas referências precisam balizar os debates sobre o tema, pois afirmam determinações constitucionais e refletem processos engendrados nas ações para a construção da democracia brasileira.
Em oposição a qualquer tentativa de negação dos avanços já conquistados até aqui, as entidades signatárias desta Carta consideram que os desafios da educação brasileira estão fundamentalmente inscritos no Capítulo III da Constituição Federal de 1988, que, em sua Seção I, trata da Educação.
Ao considerar a Educação como o primeiro dos direitos sociais (Art. 6), a Carta Magna determina, no Art. 205, que ela deve visar ao “pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”, determinando a missão e o escopo da qualidade na educação.
No início de abril de 2011, em uma inédita e democrática interação crítica entre a sociedade civil e o Estado, foi concluído o processo de construção da “I Conae” (Conferência Nacional de Educação). Abrangente, o Documento Final do evento realizado em Brasília foi capaz de propor as medidas administrativas e legais necessárias para a plena consagração do direito à educação, em termos de acesso, permanência e qualidade, com a inequívoca preocupação constitucional de promoção da equidade e da justiça social.
A Conae mobilizou mais de 4 (quatro) milhões de brasileiros e brasileiras, e teve em sua comissão organizadora representantes do Estado (gestores públicos do Governo Federal, dos estados, Distrito Federal e dos Municípios, além de representantes do Congresso Nacional, magistrados e promotores), de trabalhadores em educação dos setores público e privado, estudantes, pais, conselheiros (nacionais, estaduais, distritais e municipais), movimentos sociais, pesquisadores e sociedades acadêmico-científicas, empresários da educação, representantes das confederações empresariais e do próprio movimento “Todos pela Educação”. Compreendemos que, por essa razão, a Conae constituiu-se em espaço legítimo para a determinação dos pactos educacionais, permitindo, por meio de seu Documento Final, indicar a agenda oficial da educação brasileira.
Distante de ser apenas um evento, a Conferência Nacional de Educação deliberou pela criação do Fórum Nacional de Educação (FNE) – espaço formalmente instituído por meio de portaria do Ministério da Educação –, que, além de ser o guardião das deliberações da Conae, será o responsável pela organização das próximas edições da conferência. Sendo um espaço de encontro entre a sociedade civil e o Estado – em suas diferentes esferas –, é o FNE o espaço mais legítimo para serem discutidos os meios de implementação da agenda educacional brasileira.
Estimulado pelo clima e baseado nas deliberações da Conae, um grupo de entidades do qual o “Todos pela Educação” também fez parte redigiu e entregou aos candidatos das eleições gerais de 2010 – inclusive a atual presidenta Dilma Rousseff – a “Carta-compromisso pela garantia do direito à educação de qualidade”.
Sintetizando o Documento Final da Conae, quatro grandes desafios foram determinados como prioridades no esforço para a consagração do direito à educação no Brasil, devendo ser assumidos como agenda fundamental para os então postulantes a cargos nos poderes executivo e legislativo dos níveis federal e estadual. São eles:
1. Ampliar o financiamento da educação pública, com destinação de 10% do PIB para a educação, maior participação da União na destinação de recursos para o setor e instituição do mecanismo do Custo Aluno-Qualidade Inicial (CAQi);
2. Valorizar os profissionais da educação, por meio da implementação imediata e irrestrita do piso salarial nacional profissional e de diretrizes efetivas de carreira;
3. Promover a gestão democrática do ensino, tornando os gestores da educação os gestores dos recursos da área, aprimorando os mecanismos de transparência e controle social, promovendo a participação nas escolas e instituindo os fóruns estaduais e municipais de educação, além do fortalecimento do FNE;
4. Aperfeiçoar as políticas de avaliação e regulação, abrangendo os setores público e privado e aperfeiçoando os sistemas de avaliação.
Como o Brasil ainda não foi bem-sucedido na implementação de políticas públicas capazes de fazer cumprir os ditames constitucionais e considerando que a Conae aponta os caminhos mais evidentes para superação dessa situação histórica, as entidades signatárias desta Carta solicitam que os debates do Congresso Internacional organizado pelo movimento “Todos pela Educação” tomem como referência o Documento Final da Conae, sintetizado pela referida Carta-compromisso, no sentido de que ele expressa a mais legítima e urgente agenda da educação brasileira, historicamente negligenciada.
As entidades e movimentos signatários desta Carta Aberta compreendem que é imprescindível perseguir os desafios já identificados nesses dois documentos, evitando a busca de atalhos e demonstrando a coragem de trilhar os caminhos mais promissores e justos, porém mais longos, em um exemplo equivalente à luta do povo brasileiro para vencer a inflação. Inclusive, por uma questão de eficiência, também consideram ser imprescindível o investimento em fóruns e espaços legítimos e já criados, impedindo a dispersão de energia e evitando a ineficaz sobreposição de iniciativas.
Diante do exposto até aqui, solicitamos também uma nova e formal manifestação do movimento “Todos pela Educação” em defesa dos pontos inscritos na supracitada Carta-compromisso, lançada há apenas um ano, em 31 de agosto de 2010, no auditório do Conselho Nacional de Educação. Diante da tramitação do PL 8035/2010, especialmente, pedimos o apoio às emendas que solicitam que o próximo PNE determine uma meta de 10% do PIB de investimento público direto em educação pública.
Caso aceite solidariamente os apontamentos desta Carta Aberta, a mobilização empresarial – que lidera o movimento “Todos pela Educação” – poderá ser uma importante aliada para o Brasil romper com o baixo investimento em políticas públicas educacionais. Será também decisiva para o país iniciar um novo ciclo social, no qual a educação pública será tratada como um direito de todos e todas, essencial para a consolidação de uma sociedade economicamente justa e politicamente democrática. Consequentemente, a educação pública universal e de qualidade, nos termos afirmados pelo Art. 205 da Constituição Federal de 1988, será um fator determinante para inserção competitiva do Brasil, sempre em solidariedade com a comunidade latino-americana, tal como assevera o parágrafo único do Art 4º da Carta Magna.
Certos da compreensão, aguardamos resposta.
Ação Educativa - Assessoria, Pesquisa e Informação
ActionAid BrasilAnfope (Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação)
Anped (Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação)
Campanha Nacional pelo Direito à EducaçãoCCLF (Centro de Cultura Luiz Freire)
Cedeca-CE (Centro de Defesa da Criança e do Adolescente do Ceará)
Cedes (Centro de Estudos Educação e Sociedade)
CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação)
CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação)
Contee (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino)
Forumdir (Fórum Nacional de Diretores de Faculdades, Centros de Educação ou Equivalentes das Universidades Públicas Brasileiras)
Gestrado (Grupo de Estudos sobre Política Educacional e Trabalho Docente)
Mieib (Movimento Interfóruns de Educação Infantil do Brasil)
MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra)
Rede Estrado (Rede Latino-americana de Estudos Sobre Trabalho Docente)
Ubes (União Nacional dos Estudantes Secundaristas)
Uncme (União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação)
UNE (União Nacional dos Estudantes)"
Até a próxima Postagem!
Mariana ((Monitora))
Próxima Aula
Olá Turma!
Antes de mais nada gostaria de pedir desculpas pela minha ausência na última aula, mas estava muito doente e, por isso, não pude comparecer. Espero que a dinâmica em grupos tenha sido proveitosa e, assim, que vocês tenham comcluído a Unidade I - Organização da Instituição Escolar, a partir da realização da primeira proposta de ação, considerando nela os temas e problemáticas abordados durante a disciplina.
Assim, na próxima aula iniciaríamos a Unidade II - Sujeitos da Educação, mas, como já detalhado no programa do curso, decidimos por incluir o evento 1º Seminário Universidade e Escola Pública: desafios e perspectivas da educação pública no Estado de São Paulo (FEUSP), que apresentará debates interessantes durante nosso período de aula. São eles:
- das 14:00hs às 17:30hs -
Mesa 3 - Eixo 1 - Os Planos Nacional, Estadual e Municipais de Educação e o pacto federativo.
Mesa 1 - Eixo 2 - Educação em Tempo Integral e Educação Integral
Mesa 8 - Eixo 2 - A segmentação da escola básica e a integração necessária
Antes de mais nada gostaria de pedir desculpas pela minha ausência na última aula, mas estava muito doente e, por isso, não pude comparecer. Espero que a dinâmica em grupos tenha sido proveitosa e, assim, que vocês tenham comcluído a Unidade I - Organização da Instituição Escolar, a partir da realização da primeira proposta de ação, considerando nela os temas e problemáticas abordados durante a disciplina.
Assim, na próxima aula iniciaríamos a Unidade II - Sujeitos da Educação, mas, como já detalhado no programa do curso, decidimos por incluir o evento 1º Seminário Universidade e Escola Pública: desafios e perspectivas da educação pública no Estado de São Paulo (FEUSP), que apresentará debates interessantes durante nosso período de aula. São eles:
- das 14:00hs às 17:30hs -
Mesa 3 - Eixo 1 - Os Planos Nacional, Estadual e Municipais de Educação e o pacto federativo.
Mesa 1 - Eixo 2 - Educação em Tempo Integral e Educação Integral
Mesa 8 - Eixo 2 - A segmentação da escola básica e a integração necessária
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