quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Aulas dos dias 13 e 27/11



O final da disciplina se aproxima e temos mais duas aulas. Lembrando que no dia 20/11 não haverá aula e a última aula (destinada à apresentação dos seminários) será no dia 27/11.
Na próxima aula, no dia 13/11, pelo cronograma da disciplina, teremos a discussão de três textos. A dinâmica será a mesma de aulas anteriores, ou seja, cada aluno deve escolher um artigo para ler e elaborar a ficha de leitura a ser entregue. Durante a aula serão formados grupos de discussão de acordo com o texto e depois a socialização dos pontos principais elencados por cada grupo e a entrega de um esquema/apontamentos da discussão do grupo. Lembrando, os textos são:



Até lá!

domingo, 4 de novembro de 2012

Trabalho Coletivo 4: segunda versão das propostas



Na aula do dia 30/10 foi realizado o Trabalho Coletivo 4, que consistiu na reunião dos grupos para sequência do (re)planejamento das propostas de intervenção. Na sequência, segue o esquema entregue por cada grupo. (Obs: quem quiser rever a primeira versão entregue pelos grupos acessar o link).

Grupo 1

Thaisa Costa, Gabriel Salomão.

Na interação passada pudemos perceber interesse acentuado dos participantes nos temas "gramática", "variação" e "linguagem". Eles iniciaram o processo de criação de línguas em 2 grupos. As línguas desenvolvidas têm como base a língua portuguesa.
No próximo encontro, planejamos acompanhar e oferecer o apoio necessário para a finalização de desenvolvimento das duas línguas artificiais e em seguida iremos estabelecer uma conversa para analisar até que ponto o trabalho provocou reflexão e influenciou na opinião dos alunos, especialmente no que diz respeito à variação linguística e à própria gramática.
A última atividade, depois de desenvolvidas as línguas com itens morfológicas sintáticos, será a tradução de um texto em português para as línguas criadas.

Grupo 2

Camila Bueno, Camilla Garcia, Adalberto Alício, Roberta Tavares, Felipe Barreira.

Discussão


A atividade começou dois dias antes da visita com o envio de um questionário para ser respondido pelos professores que estariam presentes no momento do debate.
No dia 18 de outubro visitamos o CEU Jaguaré e formando duplas visitamos 3 turmas de 6ª série.
O debate durou cerca de 30 minutos em cada sala e os professores estavam presentes no momento do debate.
No final da visita conversamos com o diretor e com a cordenadora pedagógica do CEU e eles informaram que a posição da escola é totalmente contra e que isso consta num regime interno que é copiado pelos alunos no início do ano letivo. A escola já chegou a pegar o aparelho e só devolver mediante o comparecimento do responsável.


Grupo 3

Maria Luiza, Maria Fernanda, Thiago Almeida

Na aula de hoje, o nosso grupo, que tem como objetivo do projeto aproximar os alunos aos conteúdos ensinados em aulas de inglês em escolas públicas, se focou em como essa aula pode ser elaborada de modo a se diferenciar das aulas tradicionais de inglês (que, muitas vezes, só ficam focadas no verbo "to be"). Chegamos a conclusão que nossas aulas vão se dividir em duas etapas principais: sendo a primeira uma "conversa" com os alunos em que seria evidenciado que o inglês não é algo tão distante do cotidiano deles (ex: hot dog, spider-man, shopping, video-games, etc); já a segunda parte seria uma "aula-jogo" em que o vocabulário básico de características físicas seria apresentado, e então, para que os alunos o colocassem em prática, haveria um jogo no qual um aluno, de costas, terá de adivinhar o nome do personagem cujo os participantes estão, em inglês, dando as características.
Essa aula almeja aproximar os alunos do universo da língua inglesa e mostrar como pode ser interessante um conteúdo quando ensinado mais dinamicamente.


Grupo 4

Thais Barboza

Título: Discutindo o cânone com os alunos do Ensino Médio.

Introdução:
Os alunos do Ensino Médio parecem ser muito influenciados pelo peso dos nomes canônicos da Literatura Brasileira, especialmente dos autores elencados pelas listas dos principais vestibulares. No entanto, a escolha de um cânone, seja para a elaboração de materiais didáticos, seja para a eleição de uma lista para o vestibular não é uma questão simples e envolve critérios de inclusão e exclusão que vão além da qualidade literária dos autores.

Objetivos: 
Os objetivos desta proposta são fazer com que os alunos reflitam sobre o que é o cânone, qual a importância estabelecê-lo, quem o estabelece, e se ele muda de acordo com a sociedade ou não; também escutar os sentimentos dos alunos em relação às leituras canônicas obrigatórias e induzi-los a sugerir propostas para que as aulas de Literatura sejam mais interessantes para eles mesmos.

Estratégias:
Foram escolhidos quatro poemas do período do Modernismo ou posterior à ele (devido a maior proximidade no tempo bem como uma maior afinidade dos alunos com os conteúdos do Modernismo), sendo eles: 
Poema 1: Oficina irritada, de Carlos Drummond de Andrade, publicado em 1951.
Poema 2: Poetas Velhos, de Paulo Leminski, publicado em 1938.
Poema 3: Pronominais, de Oswald de Andrade, publicado em 1924.
Poema 4: A cristandade, de José Paulo Paes, publicado em 1924.

Os poemas foram apresentados aos alunos sem a identificação de autoria, de modo que puderam ser apreciados pelos alunos independente do peso dos seus autores no cânone. Após serem lidos e comentados em suas formas e conteúdos, os alunos responderam qual poema era, para eles, o melhor representante do período do Modernismo e por que: se pela forma, se pelo conteúdo, se pelo ajuste de ambos ou se pelo desajuste de ambos.
Após respondidas as perguntas, foram reveladas as autorias e as datas de publicações dos poemas. Em seguida, foi pedido que respondessem se, nesse momento, sabendo a autoria dos poemas, eles mudariam a resposta da questão número 1 (qual seria o melhor representante do Modernismo) e se sim, por que.
Em seguida deu-se início a uma discussão sobre o cânone literário brasileiro, seus critérios e os problemas que geram seu estabelecimento.

Público alvo: série final do Ensino Médio (3ª série), devido à sua maior preocupação com as leituras obrigatórias da lista do vestibular.

Desenvolvimento: 
A proposta foi aplicada no dia 25 de outubro de 2012 em um colégio particular em Santos, litoral do Estado de São Paulo. O colégio atende um público pequeno, por esta razão possui apenas uma sala de 3º ano do Ensino Médio. Foi nesta sala que a proposta foi aplicada.
Primeiramente, a aplicadora leu os poemas (sem a autoria) juntamente com os alunos, que levantaram características de forma como, por exemplo, o poema 1 ser um soneto e o poema 3, um poema-piada. Levantaram também características relativas ao conteúdo dos poemas, dizendo que os poemas 1 e 2 criticavam a poesia parnasiana e que o poema 3 criticava a gramática normativa.
Em seguida, os alunos responderam a um questionário dizendo qual dos poemas seria o melhor representante do período do Modernismo.

Grupo 5

André Mourão, Camilla Sylos, Felipe Freitas, Gdalva Maria, Natacha, Victor.

Título: utilizando a reciclagem para diversão.

Aplicação do Projeto:
Nós, integrantes do grupo, fomos a Escola Municipal ... no dia 11 de outubro às 14 hs e aplicamos a parte prática do nosso Projeto intitulado "utilizando a reciclagem para diversão".
O público alvo foram alunos da 3ª série fundamental, entre 9 e 12 anos. Uma turma de aproximadamente 35 alunos divididos praticamente metade meninos, metade meninas.
Levamos conosco o material para aplicação que se compunha de garrafas pets, latinhas, tintas, pinceis, barbantes tesouras, colas e cartazes informativos sobre o tema do projeto.
Abordamos o tema mostrando os cartazes e buscamos interagir com a turma sobre a temática da reciclagem e apresentamos os conceitos mais essenciais na tentativa de produzir uma consciência sobre a importância da reciclagem do lixo para o meio ambiente e aproveitamos o fato de ser vespera do dia da criança para dar algumas sugestões de como aproveitar alguns dos materiais que poderiam ser jogados no lixo transformando-os em brinquedos.
Para essa etapa da aplicação levamos algumas sugestões de brinquedos prontos como aranhas, biloquês e cofrinhos de moedas feitos de pets e tambores musicais de latinhas de refrigerantes. Juntamos os alunos em grupos, conforme a preferência do brinquedo que escolheram e ensinamos como fazer os brinquedos do lixo qu ira ser descartado.
Nessa etapa aproveitamos para reforçar alguns conceitos, conforme a situação e tendo em vista o nível sócio-econômico deles (a maioria muito carente) a utilizar a criatividade criando brinquedos para brincarem com os amigos ou com seus irmão em casa.
Não foi uma tarefa fácil porque a turma era bastante inquieta e muito ansiosa. Mas deu pra fazer uma boa intervenção na parte conceitual e na parte prática foi um verdadeiro sucesso. Todos muito empolgados, participaram ativamente e fizeram seus próprios brinquedos.
Acreditamos que, embora a faixa etária da turma ainda não fosse avançada o suficiente para absorver conceitos muito complexos sobre a importância da reciclagem para o meio ambiente, pelos menos algumas informações, especialmente no que refere a transformação do lixo em outro objeto que poderá ser reutilizado para outros fins eles absorveram como por exemplo a transformação de pets em brinquedos e latinhas de refrigerantes em instrumentos musicais.

Grupo 6


GRUPO: LUCIMAR, MANUELA, MARIANA E MARINA.
TÍTULO: LINGUAGEM CARTOGRÁFICA E REPRESENTAÇÃO ESPACIAL
Observação: As estratégias foram alteradas.
ESTRATÉGIAS: Será elaborado um teste com cinco questões sobre linguagem cartográfica e representação espacial. O público alvo deverá ser capaz de realizar o teste no máximo em 20 minutos. Após a aplicação da atividade, em contrapartida o aluno participante receberá um folheto com explicações acerca do assunto.
RECURSOS UTILIZADOS:
Teste contendo cinco questões e folheto explicativo constantes do anexo.
DESENVOLVIMENTO DO PROJETO DE AÇÃO:
Os testes já foram aplicados nos alunos dos diversos cursos da Universidade de São Paulo, entre eles: Geografia, História, Letras, FEA e Licenciatura das variadas ciências.
Esta fase será melhor explicitada na ocasião da entrega do trabalho final.
A próxima fase, já iniciada na última aula, é a correção dos testes e posterior análise dos resultados.




Grupo 7

Gustavo Henrique, Lilian Abgail, Anderson Claiton, Catarina Aguiar, Jéssica dos Santos.

Proposta: Falar sobre modelos na ciência utilizando técnicas práticas e avaliar a concepção de modelo em diversas faixas etárias.

Objetivo: Falar que modelo é alguém que cria para explicar fenômenos. Eles são aprimorados por testes que validam aquele modelo.

Estratégias: utilizando uma figura geométrica plana sob um aparato de madeira de forma que as pessoas não vejam a figura colocamos numa superfície plana (mesa, chão), coloca-se uma folha de sulfite em cima de aparato de madeira.
Joga-se então bolinha de gude no vão e observa-se o comportamento da bolinha quando ela bate e reflete. Conforme esse reflexo a pessoa vai montando um modelo do que seria a figura sem ver
Compara com outros desenhos a fim de não mostrar a figura. Mas como não ficaria muito bom, ao final se necessário, mostrar a figura.

Público-alvo: visitantes da Estação ciência e/ou salas do ensino médio de uma escola.
Separar por faixa etária para perceber a abstração de cada uma, será que os mais novos conseguiriam supor um modelo apenas com o comportamento da bolinha de gude? Será que os mais escolarizados conseguiriam propor mais facilmente o modelo?
E falar um pouco sobre a importância dos modelos para a ciência.


Grupo 8

Camila Silva, Carlos Augusto.

Proposta: "Interpretação de texto por meio de histórias em quadrinhos" (HQs)

Método de aplicação
O projeto foi aplicado em dois dias distintos divididos em aulas de 100 minutos cada. No primeiro encontro foram apresentados aos alunos os elementos constitutivos desse gênero textual com a finalidade de mostrar que todos os recursos nas HQs são fundamentais para a sua compreensão (balões, expressões faciais, onomatopeias, dentre outros textos extralinguístico). Neste momento os alunos demonstraram seu contato com o gênero por meio de leitura de mangás, tiras do Garfield, assim como relataram não conhecer determinados elementos, como o balão de cochilo e de pensamento.
Verificamos com essa atividade que eles já haviam tido contato com o gênero no início deste ano na disciplina de Artes, contudo, se deram conta de que muitos dos recursos que constituem as HQs não foram nem sequer abordados pela professora, logo não os utilizaram.
Nessa etapa da aula os alunos reproduziram os sons onomatopaicos a fim de identificar seus significados. No segundo momento da aula foram apresentados slides com tiras que continham conteúdo implícito; como julgamentos de valroes.
E, por fim, dividimos a sala em dois grupos para a realização da atividade prática a ser apresentada na aula seguinte.

Público-alvo: 8º ano do ensino fundamental do Colégio ... de São José dos Campos - SP.


Grupo 9

Guilherme Garcia, Jéssica Carolina


PROPOSTA COLETIVA
Análise do Projeto de Tutoria em Cursinho Popular da USP

INTRODUÇÃO, OBJETIVOS, PÚBLICO ALVO E ESTRATÉGIAS
O Cursinho Popular é uma iniciativa que visa sanar alguns dos problemas da educação pública no Brasil: a dificuldade de ingresso de oriundos desta nas universidades estaduais e federais do país. Cobrando valores acessíveis de mensalidade (quando a cobram), permitem a estes estudantes uma revisão – ou, em boa parte das vezes, o primeiro contato – do conteúdo programático do ensino médio cobrado nos exames vestibulares.
Neste contexto, foram criados alguns projetos de alunos da Universidade de São Paulo com este objetivo. Poderíamos citar, entre outros, o Arcadas Vestibulares (da Faculdade de Direito), o Cursinho da Psico, o Cursinho da FEA e o Cursinho da Poli-USP. Este último, sustentado pelo Grêmio Politécnico, entidade estudantil que representa os alunos da Escola Politécnica da USP, oferece, anualmente, 120 vagas para jovens cursando o 3º ano do ensino médio ou que já o concluíram.
A proposta popular do Cursinho da Poli-USP consiste em ministrar aulas gratuitamente ao longo do ano (os gastos dos alunos com o cursinho se resumem a uma taxa de inscrição para o processo seletivo, e a taxa de matrícula para os aprovados) nas salas de aula de prédios da Escola Politécnica. Os professores são, em maioria esmagadora, alunos de graduação de diversas unidades da Universidade de São Paulo, e recebem uma ajuda de custo, ficando responsáveis por uma aula (ou plantão), por semana. O material utilizado é doado pelo Etapa Vestibulares, sem qualquer custo para o Cursinho, seus colaboradores ou Grêmio Politécnico.
Além das atividades docentes normais, os professores e plantonistas do Cursinho da Poli-USP têm a opção de se envolverem com um projeto de Tutoria, que consiste num acompanhamento mais próximo de um grupo de alunos do projeto. Ficam responsáveis pela análise do desempenho de simulados, traçar planos de estudos e aconselhamento de dúvidas sobre carreiras, universidades, exames e afins. Foi iniciado no final do primeiro semestre e será levado até o final do ano letivo (segunda semana de dezembro).
Diversas vezes surgiu o pensamento se o problema dos alunos do cursinho popular era não só a defasagem de conhecimento, mas também uma falta de base, de apoio. A ideia que muitas vezes surge nas famílias de que “estudar é uma perda de tempo”, que o aluno “não faz nada”, que deveria estar trabalhando. A Tutoria também tem a função de dar este apoio aos alunos, ajudá-los com estas questões. Além disso, muitas vezes os alunos oriundos da escola pública não tem noção da complexidade e exigências do vestibular, às vezes até de seu formato – o tutor é aquele que apresenta as características gerais e especificidades de cada exame de ingresso.
A organização da Tutoria se fez em dois planos: primeiramente, uma separação por grandes áreas (Biológicas, Exatas e Humanidades) tanto dos professores e plantonistas que se dispuseram a ser tutores quanto dos alunos (divididos nas mesmas áreas segundo as carreiras pretendidas), e depois um sorteio, alocando tutorados com tutores de mesma área. Houve algumas exceções: como a demanda para a área de exatas foi maior do que a oferta, alguns alunos que pretendem cursos da área foram destinados à tutoria de professores de português (disciplina que abrange as três grandes áreas com grande peso no vestibular), e entradas tardias na tutoria, cuja distribuição foi feita tentando obedecer os critérios supracitados, porém nem sempre bem sucedida.
A ideia desta proposta coletiva é examinar se o projeto de Tutoria funciona, analisando especialmente os dados de simulados realizados por alunos tutorados e não tutorados, realizando uma análise comparativa entre os dois casos. A preferência dada por dados empíricos se faz pela dificuldade de elaborar uma conclusão objetiva a partir das singularidades de cada grupo de alunos (seus problemas, dificuldades e interesses pessoais) e tutores (cujas trajetórias e cursos, por exemplo) são bastante discrepantes.

DESENVOLVIMENTO
O Cursinho da Poli-USP disponibiliza, algumas semanas após a realização de seus simulados, um boletim detalhado, apresentando resultados dos alunos por disciplina (dividida por frentes, ou seja, por setores da matérias específicos de cada professor), comparando-as com a média geral. Tanto os alunos quanto os professores tutores e a coordenação geral do cursinho têm acesso a estes boletins.
A ideia desta Proposta é analisar o rendimento dos alunos que contam com tutores e comparar seus resultados com os que optaram não participar do projeto, enfatizando dois aspectos principais: desempenho em simulados (através dos boletins) e evasão (com apoio dos controles de frequência da Coordenação do Cursinho). 

















sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Visita ao CRE - mais algumas dicas



Segue algumas dicas fornecidas pelo CRE quanto à localização. (Obs: não se esqueçam de confirmar a presença).



Metrô mais próximo: Santa Cecília – atravessa a Rua das Palmeiras e Av. São João entrar na Alameda Glete – seguir reto até a Av. Rio Branco.

Estação de Trem próxima: Julio Prestes – saindo da estação de trem, virar à direita – seguir reto – e entrar na Alameda Glete – seguir reto até a Av. Rio Branco e virar à direita.

LOCAIS PARA ALMOÇO / LANCHE



1 – Restaurante Estação Guaianazes
Rua Guaianazes, 1331 – Fone: 3331-9178

2 – Paraíso da Gula
Alameda Ribeiro da Silva, 501 – Fone: 3337-7032

Obs.: Os números 1 e 2 ficam próximos um do outro e se localizam do outro lado da Av. Rio Branco.


3 – Tio Moreira’s
Av. Rio Branco, 1580 – Fone: 3337-1627

4 – Paraíso da Gula
Alameda Ribeiro da Silva, 250 – Fone: 3331-0343

Obs.: Os números 3 e 4 ficam próximos um do outro e se localizam do mesmo lado do CRE Mario Covas.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Visita ao CRE Mario Covas (06/11)




A aula do dia 06/11 será destinada à visitação do Centro de Referência em Educação Mario Covas. A visita terá início às 14 horas e todos devem se dirigir diretamente ao CRE. (Obs: chegar 15 minutos antes para conferência dos presentes). A visita contará com a supervisão das professoras Renata e Wiara e do acompanhamento do funcionário do CRE Diógenes.
Aqueles que forem participar devem confirmar a presença até sexta-feira (02/11), enviando um e-mail para a monitora Rafaela (euzinha: rafaelarabelo@usp.br). Qualquer dúvida em relação à dinâmica da visita ao CRE, entrar em contato com a professora Renata (renasimoes@hotmail.comou Wiara (wiaraped@yahoo.com.br).

Localização:
CRE Mario Covas
Av. Rio Branco, 1260
Santa Cecília
Tel: 3225-5100
Próximo à Praça Princesa Isabel.
Visualizar mapa. (Para quem sair da USP)



Para maiores detalhes sobre o CRE, acessar o link.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Dia 23/10




Lembrete: na próxima terça-feira, dia 23/10, não haverá aula (semana da Anped). Portanto, nossa próxima aula será dia 30/10.

Até lá!

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Aula do dia 16/10



A próxima aula (16/10) terá início no auditório da FE-USP (no mesmo bloco, no andar de baixo, indo em direção à secretaria) onde será exibido um vídeo. Na segunda parte da aula serão discutidos o vídeo e o artigo indicado no cronograma. 

Atenção: a ficha de leitura 7 é referente ao artigo.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Lembrete: ficha de leitura 6


 Lembrete:

Para a aula desta semana (09/10) foram indicados três textos (conferir cronograma). A dinâmica é a mesma da semana anterior, ou seja, escolha um dos textos para ler e elaborar a ficha de leitura.

Bom trabalho!

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Trabalho Coletivo 1: primeira versão das propostas



Na última aula (25/09/12) foi realizado o primeiro trabalho coletivo para organização da proposta de intervenção. O objetivo neste primeiro momento foi estabelecer os grupos, cada grupo escolher o tema a partir de interesses em comum e fazer um primeiro esboço da proposta. Neste esboço, cada grupo deveria contemplar basicamente os seguintes elementos:

Título:
Grupo: (5 a 6 pessoas preferencialmente)


- Introdução/Problema;

- Objetivos;
- Estratégias;
- Público-alvo.

Na sequência segue o esquema entregue por cada grupo. Aproveitem para conferir e amadurecer novas ideias.

Grupo 1

Título: Língua do Aluno Dono da Língua

Grupo: Thaisa Costa, Guilherme Breno, Jaires Pires, Gabriel Salomão.

Introdução, Objetivos e Estratégia
Um dos problemas mais recorrentes no ensino de Língua Portuguesa é que os alunos não se sentem proprietários autônomos e livres da língua que falam. Desta forma, sentem que estão aprendendo algo externo à sua realidade.
Nossa proposta é uma atividade coletiva que leve os alunos à reflexão acerca da natureza social da língua e do fato de esta ser variável e variada, assim como arbitrária e culturalmente determinada.
Os alunos deverão criar uma língua. Deverão pensar em sua fonética, morfologia e sitaxe, assim como alfabeto e variantes sociais possíveis.

Público alvo: Final de Fundamental II ou Ensino Médio.


Grupo 2

Título: Celular o que fazer quando eles entram na sala de aula?

Grupo: Felipe Barreira, Camila Bueno, Camila Maria, Carla Keiko, Adalberto Alicio, Roberta Tavares.

Introdução: O uso do celular em sala de aula.

Objetivos: Uso consciente do celular na escola dos alunos e professores.

Estratégias: 
entrevistas, questionários, debates a partir dos resultados, conscientizar o uso correto.

Público alvo: CEU - Jaguaré, 8º e 9º ano.


Grupo 3


Grupo: Maria Luiza, Maria Fernanda, Thiago Almeida, Carlos Fonseca, Camila Souza.

Proposta

Título:

Introdução: ensino de língua estrangeira na escola pública: o desinteresse dos alunos (Inglês e Espanhol).

Objetivo: despertar maior interesse e percepção da língua estrangeira no cotidiano do aluno.

Estratégias: promover uma dinamização das aulas com auxílio de materiais ilustrativos e mais práticos, que permita ao aluno aproximar o aprendizado ao cotidiano.

Público alvo: séries iniciais do ensino fundamental.



Grupo 4



Título: O peso do cânone na Literatura Brasileira
Grupo (individual) : Thaís Barboza

Introdução: Os alunos das séries finais do Ensino Médio passam a impressão de ter como parâmetro de Literatura e de qualidade literária os autores brasileiros canônicos definidos, nos dias de hoje, sobretudo pela lista de leituras obrigatória dos vestibulares. Qual o peso que o cânone tem sobre esses alunos? Qual o peso do nome do autor sobre sua obra?

Objetivos: Fazer os alunos refletirem sobre o texto literário independentemente do seu autor, fazê-los perceber que a qualidade do texto independe da forma do autor e/ou da sua valorização pelas listas dos vestibulares.

Estratégia: Trazer para uma sala de aula de 3º ano do Ensino Médio três ou quatro poemas de autores diversos, uns canônicos, outros não, de uma Escola Literária ainda a definir (discutir com o professor de Literatura qual seria o período mais interessante; provavelmente o Modernismo devido à proximidade temporal com o presente). Primeiramente, mostrar os poemas para os alunos sem que eles saibam os autores e, junto com o professor, fazer uma pequena análise estilística e de conteúdo de cada um deles. Em seguida, passar um questionário par que eles respondam de forma anônima e individual qual dos poemas eles elegeriam como o melhor representante do período literário em questão e por que, ainda qual deles eles mais gostaram e por que. Em seguida, revelar os autores e pedir que respondam no questionário se eles mudariam suas escolhas e por que. Em seguida, recolher os questionários e promover uma pequena discussão sobre o peso do nome do autor (peso do cânone).

Público alvo: série final do Ensino Médio (3º ano EM) em escolas particulares (devido a sua maior preocupação com os vestibulars).


Grupo 5

Título: Utilizando a reciclagem para diversão.

Grupo: André Mourão, Camilla Sylor, Felipe Freitas, Gdalva, Natacha Vazquez, Victor Cavalcante.

Introdução ao problema:
Introduzir aosalunos de até 12 anos conceitos e importâncias da reciclagem, e também o efeito que a falta dela causa ao meio ambiente.
Familiarizar e conscientizar as crianças que os "lixos" podem ser reutilizados, reciclados e algumas vezes transformados em brinquedos muito legais.

Objetivo:
Comentar sobre o conceito de reciclagem, mostrando como funciona, para que serve e o que aconteceria se não existisse, dando exemplos com fotos em que o lixo reciclado não o foi e da poluição que pode ser enviada.
Com isso aplicar os conceitos de reciclagem com uma oficina de reutilização do lixo. Assim as crianças se conscientizarão que jogar lixo no chão pode ter consequências que talvez eles não soubessem antes. E também levar para casa os conceitos aprendidos e tentar criar outra utilizações para o lixo, e quem sabe reeducar a família.

Público-alvo: alunos de escola pública de até 4ª série. E indiretamente a família.

Estratégia: Iniciar com uma apresentação do assunto com exemplos, fotos, se possível vídeos e depois desenvolver uma oficina em que os alunos irão fazer brinquedos utilizando materiais reciclados. Para isso serão disponíveis 4 tipos de brinquedos diferentes e os alunos escolherão qual deles eles querem, indo para o grupo que irá fazer este brinquedo.


Grupo 6



GRUPO: LUCIMAR, MANUELA, MARIANA E MARINA. 
TÍTULO: LINGUAGEM CARTOGRÁFICA E REPRESENTAÇÃO ESPACIAL

INTRODUÇÃO

Evidencia-se a ligação entre a Geografia e Cartografia, tendo na Geografia o entendimento do espaço geográfico e na Cartografia a representação da Forma (representação espacial) e, para que haja uma boa representação do espaço, a linguagem cartográfica deve ser trabalhada, pois é de grande importância na análise geográfica o conhecimento das formas de representação espacial, ocasionando aos indivíduos a penetração cada vez mais profunda na estruturação espacial ao nível de sua concepção e representação.
Como um dos objetivos da geografia é o de ensinar o entendimento da espacialidade, faz-se necessário que na alfabetização cartográfica o indivíduo se aproprie de uma série de noções, habilidades, conceitos, valores, conhecimento e informações, para o entendimento da representação espacial e, neste sentido, entende-se o conceito de alfabetização cartográfica como o conjunto de significantes e significados que possam transmitir a realidade de um determinado lugar sob a forma de representação espacial, objetivando a leitura e a interpretação dos mapas e demais produtos cartográficos.
A Cartografia, através da representação dos elementos espaciais, contribui para que os indivíduos aprendam a analisar o cotidiano geográfico e histórico e a construir uma consciência espacial dos fatos e fenômenos, das relações sociais, culturais, políticas e econômicas, de conhecimentos socialmente produzidos, ajudando a compreender as transformações e os problemas do mundo atual.
Assim, esta proposta de ação objetiva testar os conhecimentos sobre os elementos constitutivos de um mapa, como o seu título, escala, legenda, orientação, fonte, data; para saber se o público alvo, alunos dos diversos cursos da Universidade de São Paulo, reconhecem a linguagem cartográfica e a representação espacial.
Quanto à elaboração e compreensão do mapa pelos alunos, Martinelli (2007) conclui que, quando os alunos conseguirem fazer a leitura do mapa, eles conseguirão compreender a realidade.
ESTRATÉGIAS: Serão elaborados mapas temáticos e diversos elementos constitutivos da linguagem cartográfica, uns relacionados ao mapa temático, outros não. O público alvo, na montagem do mapa, deverá ser capaz de identificar, diante dos elementos disponíveis, aqueles que são pertencentes ao mapa temático proposto. Após a aplicação da atividade será realizada uma avaliação e em contrapartida o aluno participante receberá um folheto com explicações acerca do assunto.


REFERÊNCIAS:

MARTINELLI, Marcello. A Sistematização da Cartografia Temática. In. ALMEIDA, Rosângela Doin de (Org.). Cartografia Escolar, São Paulo: Contexto, 2007, pp.193-220.

PASSINI, Elza Yasuko. Alfabetização Cartográfica. In: Passini EY, Passini R, Malysz ST. Prática de Ensino de Geografia e Estágio Supervisionado. São Paulo: Contexto; 2007. p. 143-155.




terça-feira, 25 de setembro de 2012

Ficha de leitura 5: orientações


Para a aula do dia 02/10/12 foram indicados três textos:
 
O aluno deve escolher apenas um dos três textos para ler e elaborar a ficha de leitura a ser entregue na aula. Durante a aula haverá a socialização dos apontamentos referentes aos três textos.
Lembrete:
  • A ficha de leitura consiste na escolha de três temas/questões suscitadas a partir da leitura do texto e discussão das mesmas;
  • É importante indicar na ficha a ser entregue o número (ex: Ficha de leitura 5) e o texto ao qual se refere.
Bom trabalho a todos!

Apresentação de seminários: mudança de data



Fiquem atentos! 

Devido a mudanças no calendário escolar da USP, a aula do dia 20 de novembro está suspensa e a apresentação dos seminários ocorrerá dia 27 de novembro.

domingo, 9 de setembro de 2012

Oportunidade de Intercâmbio


Olá pessoal.
Segue divulgação de oportunidade de intercâmbio para a graduação. 



Até o dia 21 de setembro, estão abertas inscrições para candidaturas a 6
(seis) vagas para intercâmbio de graduação na Universidad Autónoma de
Madrid/Espanha.
O programa oferecerá os seguintes benefícios:
1. Auxílio-viagem: 1.000 (mil euros)
2. Custos acadêmicos (inscrição, mensalidade, etc.)
3. Auxílio-manutenção: 05 (cinco) parcelas de 900 (novecentos euros)
mensais
Para mais informações, o aluno deverá ler atentamente o edital publicado no site

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Jovens e escola

31/08/2012 - 13h12

País tem 3,7 mi de jovens fora da escola, aponta relatório do Unicef

DA AGÊNCIA BRASIL
O Brasil tem cerca de 3,7 milhões de crianças e adolescentes entre 4 e 17 anos fora da escola, de acordo com relatório lançado nesta sexta-feira pelo Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância). A maior defasagem é na pré-escola e no ensino médio.
Entre as crianças de 4 e 5 anos, o número chega a 1,4 milhão. O levantamento apontou que nessa faixa etária a maioria dos não-matriculados nos sistemas de ensino é negra --56% do total.
A renda também é um fator que influencia o acesso à educação, segundo a pesquisa. Enquanto 32% das crianças de famílias com renda familiar per capita de até um quarto do salário mínimo estão fora da escola, apenas 6,9% daquelas oriundas de famílias com renda superior a 2 salários mínimos per capita estão na mesma situação.
Os números indicam que a frequência ainda insuficiente de crianças de 4 e 5 anos está relacionada, muitas vezes, à falta de vagas na rede pública. Por isso, no grupo com renda um pouco maior (dois salários per capita), o percentual de crianças fora da escola é menor, já que nesse caso a família acaba optando por pagar uma escola particular.
Para Maria de Salete Silva, coordenadora do Programa de Educação do Unicef no Brasil, o desafio de incluir todas as crianças na escola é grande, mas algumas iniciativas governamentais, como o Proinfância, que tem a meta de construir 6.000 creches em todo o país até 2014, são respostas interessantes ao problema.
"A última política do governo, o Brasil Carinhoso, prioriza as família abaixo da linha da pobreza no acesso à escola e ataca exatamente essa desigualdade", disse.
A representante do Unicef afirma, entretanto, que o maior desafio está "na outra ponta" da educação básica. O relatório diz que 1.539.811 adolescentes entre 15 e 17 anos estão fora da escola. Nesse caso, os problemas de frequência não estão relacionados à falta de vagas, mas ao desinteresse da população nessa faixa etária pelo ensino médio. Para muitos jovens já envolvidos com o mercado de trabalho, a escola é pouco atrativa.
"Isso requer uma mudança muito grande no ensino médio. Estamos com a maior população de adolescentes da história do Brasil, a gente não pode perder isso e esperar para resolver na próxima geração porque está condenando o país a ter milhões de adultos sem formação escolar", afirma Salete.
Para ela, é necessário tornar a escolas mais atrativa para a realidade dos jovens. Salete diz ainda que os investimentos do governo no setor precisam aumentar.
"A gente discorda de quem acha que o problema da educação no Brasil não é dinheiro, mas gestão. Nós temos problemas sérios de gestão, mas só com os recursos que temos hoje não conseguimos fazer tudo que é necessário: incluir todos na escola, ter qualidade, professor bem remunerado e capacitado, escola com boa infraestrutura. O desafio é enorme", disse.
  1. Vandir Almeida (196)
    (14h35) há 3 horas
    E mais 10 vezes que não sabe interpretar um texto ou falar a tabuada!
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  2. Rodrigo Fernandes (33)
    (14h04) há 3 horas
    Ah, claro. A UNICEF não acerta uma mesmo: já tinha dito antes que o Brasil tinha 20 milhões de crianças sob exploração sexual..... estas pesquisas só podem ser compradas....
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  3. Luiz Arruda (455)
    (14h17) há 3 horas
    Cade o Lalu e o haddad essa horas?
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